Quando Abracei o Talvez
Quando abracei o "talvez", foi como encontrar um amigo que eu não sabia que precisava. Ele me ensinou a dançar na incerteza, a apreciar o inesperado e a confiar na v[I]da. Com ele, não ter todas as respostas foi liberdade. A sorte do acaso. Percebi a beleza dos desv[R]ios e enxerguei melhor as minhas pau[A]sas. O "talvez" me mostrou que tudo bem o incerto, se for um erro, vira lição. Abrace-o também, sem previsão.
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