Das Trocas Vazias de Corpos Cheios de Eco

 

De todos os fins, este tem sido o mais difícil de entender terminar. Eu me vejo dentro dos seus pensamentos, na verdade, eu me imagino neles, torcendo para que você tenha tantas coisas para resolver, assim como esse triplex que você criou na minha cabeça. Mesmo de longe e evitando... Todo dia crio estratégias para te esquecer, mas me pego lembrando. Então, escrevo. Eu sei de alguns processos, ao menos, eu imagino e interpreto. Vejo você de férias, com um meio sorriso, em um lugar paradisíaco. Jampa, talvez! Procurando a peça que encaixa nesse seu vazio, que você preenche com breja, talvez para socializar algo que você faz muito bem no começo, com estranhos. Vejo areia, vejo mar, vejo um desespero, vejo gente nua, vejo copos e mais "corpos" de cerveja, vejo, de novo, um meio sorriso. Enfim, para não ser hipócrita, depois de vários textos para acabar, escrevo mais este, e outros, sabendo que não serão os últimos. E, parafraseando Frejat, desejo que você tenha a quem amar, mesmo que eu não seja esse "quem". Eu preciso aprender a ficar triste apenas um dia e não o ano inteiro. 

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