Tenho[me]

Eu tenho-me, tenho-me dado menos do que mereço, tenho falhado desde o começo e isso presume o medo de partir, o medo de ficar, o medo de amar, o medo de sentir. Careceria eu saber como ir? Devasso pelo meio de afetos e aversões, metacêntrico em partir e vir, egocêntrico em dividir o desbrio que é me ter, senão a sapiência de me abrir.

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